Pedaços.

Desgasta. De pouco em pouco, o que parece ser três vezes pior do que se desmoronasse de uma vez só.

Você sabe que as coisas não estão ruins porque já estiveram pior, mas infelizmente as coisas não giram apenas em torno de você, dependem também de outras pessoas e se elas não estiverem felizes isso te afeta, dependendo é claro do grau de ligação que vocês possuem.

São poucas as pessoas que realmente nos interessamos em agradar, quando penso nisso só consigo encontrar uma. E eu dou meu máximo para que tudo fique bem, para que seja feliz, mas esse meu máximo parece não ser nada, quanto mais faço menos sinto que agrado.

Eu não consigo manter as pessoas por perto por muito tempo, e parece que dessa vez não vai ser diferente. Mas o pior nisso tudo, é ver se afastar e não saber reaproximar. O pior nisso tudo é não estar preparada para deixar ir, mesmo estando acostumada com tudo isso.


Só acontece comigo #12: o menino Peixonauta.

Em outro "Só acontece comigo" relatei a comovente história do pequeno garoto chamado de Peixonauta por seus amigos de escola, e devido a comoção causada aos leitores, volto com mais notícias sobre esse garoto que desde cedo já enfrenta as dificuldades de um mundo tão cruel.

Menino Pedro ofendeu muito seu coleguinha o chamando de Peixonauta, mas o que o levaria a tomar uma decisão tão cruel como essa? Seguem imagens no anexo:

Eis aqui, o modelo da mochila usada pelo nosso jovem batalhador.
Como podemos perceber o bullying por alguém ser diferente ao o que a sociedade impõe começa no Jardim de Infância.

Prevejo blogueiras modernas/descoladas/but first, let me take a selfie montando seus looks com essa mochila nas próximas semanas, guardem o que eu digo.

Cola I'm back.

Já pensei em te largar. Já te larguei, sim eu sei um erro que levou nossa relação a essa frieza de ambas as partes. Mas eu voltei, não voltei? Você deveria me perdoar. No fundo você sabe que perdoou, mas não quer aceitar.

Confesso ter ido ao encontro da outra quando você não estava, mas tente me entender, "Só tem Pepsi, pode ser?" eles diziam. E eu, entre a agonia de ter que tomar um copo d'água ou algo que me lembrasse dos velhos tempos que passei ao seu lado me deixei levar pela tentação de encontrar a felicidade novamente.

Hoje volto a te escrever, depois de quatro meses entre idas e voltas. Não adianta você negar, lembra-se daquelas sextas em que eu fingia não estar fazendo nada de mais na hora do almoço e falava: "Hoje é sexta, não há nada de mal em comer um lanche acompanhado de uma Coca!" saia dos locais tentando mentir para minha própria consciência, um copinho de Coca na semana não me faria mal algum. Mas agora está na hora de declarar a verdade, eu não consegui me afastar de você.

Meu ex-chefe dizia: "Você vai morrer cedo tomando isso todos os dias". Pois bem, a vida não é uma eterna corrida egoísta atrás da própria felicidade? Pelo menos serei feliz enquanto viva.

Ah minha cara, eu tenho tanto pra lhe falar, mas com palavras não sei dizer, como é grande, o meu amor, por você!

"They tried to make me go to rehab, but I said: no, no, no." É Amy, eu te entendo.

Tatiane Ferrari, 17 anos. Viciada assumida e conformada pela bebida Coca-Cola. Obviamente, o último exemplo de superação que teremos na face da Terra.

Este post trata-se da segunda - deprimente - parte do post Querido Refrigerante de Cola.

I'll be there for you.

Ou: motivos para amar Friends como se não houvesse amanhã.

Nesta terça, dia 6 de Maio completa-se dez anos desde que o último episódio da série Friends foi ao ar, e eu, como representante legal do que é ser viciada em uma série (também tenho isso com Harry Potter, mas ninguém quer saber) venho aqui para dar motivos - ou não - para mais pessoas amarem a série (ou quem sabe mais razões para desgostarem).

1º O sonho de morar com os amigos.


Não adianta negar, uma vez na vida você já teve aquele amigo do peito que sentia vontade até de viajar no balão mágico com ele, e ambos pensaram em morar juntos em um futuro não muito distante. Tudo bem que na maioria das vezes isso nunca deixa de ser um sonho bobo, já que a vida leva cada um para um canto e quando você percebe já fazem anos que não o vê. E a melhor parte da série é ela ser baseada justamente nisso, dividir um apartamento com seus amigos do ensino médio.

2º Relembrar os velhos tempos.
3º Se apaixonar pelo amigo.
4º Ter um filho com seu amigo.
5 º Por fim, entender que nem tudo é para sempre.