SHUT UP AND TAKE MY MONEY!


Agora além de ser uma bruxa blogueira, sou também uma blogueira geek, gostaria de dizer a todos que tenho progredido virtualmente mas que não precisa se preocupar, a vida social ainda existe, infelizmente. 
Nesse belo dia de Outubro venho aqui não só compartilhar meu primeiro post da Blogagem Coletiva Geek, como também minha primeira wishlist no blog. Chega de falar e SHUT UP AND TAKE MY MONEY!

O que dizer dessas coisinhas bonitinhas de mamãe? Faz muito tempo que namoro esses toys, mas o dinheiro nunca sobra. Os meus preferidos são a Belle de A Bela e a Fera, a Tristeza de Divertidamente e a coleção Friends, lançados recentemente.

Eu sou viciada em Friends sim, lidem com isso. Tenho o DVD da primeira temporada, mas nada se compara a ter a sua série favorita completa guardada em casa, só esperando pra ser assistida a qualquer hora. Frequentemente as Lojas Americanas colocam o box bem abaixo do preço comum, mas pra variar, quando isso acontece eu sempre estou sem dinheiro. Onde é que clica pra ser rica, minha gente?

Se eu falar que chorei quando assisti esse filme vai ficar feio? Uma sala de cinema lotada de crianças e eu entre soluços. Mas olha essa carinha fofa, tem como não amar?

Não me peçam pra superar Harry Potter, isso nunca vai acontecer. 

Escolher só um livro pra colocar na wishlist não foi fácil, se tem uma coisa que quanto mais eu tenho, mais quero comprar é livro. Apesar da indecisão, faz um bom tempo que entro nas livrarias e fico segurando algo tão precioso como a biografia da Malala, o coração até acelera.


Façam suas wishlists nos comentários também!

Especial dia das crianças: só acontece comigo #30



Diz a lenda que brincadeira de criança é bom, mas não é melhor que ser feliz com Molejão; de acordo com minhas poucas experiências, tenho que concordar, a infância é de longe um dos melhores momentos da vida humana, ser feliz com absolutamente tudo e fazer vários nadas durante o dia é uma meta aberta para muitas pessoas.

Dizer que o Só Acontece Comigo de hoje é exclusivo para as crianças de todo o Brasil não seria verdade, visto que já acompanhamos o menino Naruto, aprendemos como fazer amigos com um pacote de bolachas (biscoitos? Um mistério jamais resolvido) e até mesmo o menino Peixonauta com sua mochila, mas hoje, em um clima nostálgico, convido vocês para entrarem nessa roubada que é a minha vida desde os meus 4 anos.

Era o primeiro ano do Jardim de Infância, ano de 2001 em uma escola onde os alunos mais velhos tinham 10 anos, com as músicas da Rouge em alta, e sextas-feira temáticas onde todos podiam levar brinquedos para a escola, a pequena menina Tatiane precisava fazer xixi, e a professora, preocupada com o bem estar de seus alunos, pedia para sempre irmos ao banheiro em dupla - nunca se sabe quando uma criança de 4 anos pode se enfiar dentro da privada, não é mesmo?

Naquela época minha melhor amiga se chamava Paloma, onde eu estava ela também estava e vice-versa; como esperado, fomos eu e menina Paloma ao banheiro, entramos juntas na cabine e apesar de muita resistência da minha parte, menina Paloma trancou a porta, fiz minhas necessidades, Paloma fez as dela e o que eu mais temia aconteceu, era real, a porta não abria.

Menina Paloma, mestre em flexibilidade, de algum jeito conseguiu passar em baixo da porta se arrastando no chão, atitude digna de uma cena em As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl, mas eu, menina Tatiane, na época um pouco acima do peso, entalei e tive que voltar para dentro da cabine.

O esperado após isso, é que menina Paloma, em um ato inteligente, fosse a sala de aula para informar nossa professora que a bolinha rosada chamada Tatiane estava presa no banheiro, mas como bem sabemos, a vida nem sempre é o que esperamos, e menina Paloma, se arrastando no chão novamente voltou para dentro da cabine e ficou ali, presa comigo, batendo na porta desesperadamente. Não lembro muito bem o que fizemos depois, mas sei que umas meninas da quarta série nos salvaram e quando voltamos para a sala levamos uma bronca por ter demorado muito.


A amizade é uma coisa linda, a infância mais ainda. 

Só acontece comigo #29


Desde o meio de 2013, minha vida se tornou uma bagunça enorme e eu nunca mais consegui planejar nada do que queria fazer, o que me causa muita raiva, porque vejo que de 10 blogueiras 9 tem uma agenda com seus compromissos diários e eu simplesmente não consigo ter isso. Nessa correria de pré-vestibular, além de ter parado de sair com meus amigos (e ter plena certeza que já não tenho mais amigos), deixei de comemorar os 18 anos como eu pensava que comemoraria; aqui em São Paulo, na famosa #partiuAugusta, temos um barzinho cujo tema são séries americanas, e ele é todo decorado, todo lindo, e tinha sido o escolhido para o meu primeiro ano mais perto dos 30, mas como vocês já imaginam, não rolou. Se a festa não rolou, nem preciso falar sobre a demora pra tirar meu título de eleitor, certo? Fiz 18 em Maio, uma beleza só, não mudou nada na minha vida e levei uma cotovelada no olho de graça, e de lá pra cá esqueci completamente que agora ou eu voto ou sou presa, então fui lembrar do querido título mês passado e teria ocorrido tudo bem, se eu não fosse eu.

Para ser transportado para o dia da cotovelada clique na imagem. 
Fiz meu agendamento no site, cheguei no cartório no horário certo, fui entrando como quem é de casa e lá estava eu, de frente para uma senhora loira que alternava sua atenção entre o atendimento e seu celular. Coloquei os dedinhos lá, que por sinal demoraram pra ter o devido reconhecimento da máquina, respondi quem sou, onde moro, porque é que eu tô nessa até que o grande momento chegou.

- Assina seu nome por extenso nessa máquina aqui pra mim, por favor. 

Vejam bem, eu nunca tinha feito isso na minha vida, e apesar de já ter falado muitas vezes sobre isso por aqui eu gostaria de reforçar que tenho oito graus de miopia e que ás vezes o óculos que carrego em meu rosto não faz um trabalho muito bom, sendo assim eu nem reparei que a máquina tinha uma caneta especial....

Sim, escrevi meu nome com caneta esferográfica.
Sim, meu nome ficou marcado na máquina.
Não, a senhora não reparou.
Sim, eu sai correndo do cartório antes que ela percebesse.
Não, eu não pretendo voltar lá nunca mais na minha vida.
Sabe aquele dia que você se sente uma burra, uma incapaz, uma merda no mundo? Esse dia foi louco.